Quando alguém entra pela primeira vez num subsolo ativo, geralmente presta atenção às pessoas, às máquinas, às galerias iluminadas. Quem trabalha com geomecânica repara nas paredes. Não é mania de engenheiro: é ali que o maciço “fala”. O espaçamento das fraturas, o brilho úmido de uma parede que pinga sob pressão, o jeito como um bloco “se solta” quando o explosivo perde a cerimônia, tudo isso conta uma história. A caracterização geomecânica existe para transformar essa história em números que guiam decisões de projeto, de suporte e de segurança. Neste texto, a conversa avança desde os sistemas empíricos mais usados (RMR e Q) até a resistência da rocha intacta (UCS), os ensaios triaxiais e os critérios que descrevem a ruptura. A ideia é costurar as partes, não empilhar tópicos.
Quando o maciço vira projeto: por que RMR e Q continuam no centro da sala
Não existe um único “índice de qualidade” que resolva a vida de todos. Existem dois sistemas que resistiram ao tempo porque conectam observações simples de campo com decisões de engenharia.
RMR – uma régua de 0 a 100 que conversa com a prática
O Rock Mass Rating (RMR), proposto por Bieniawski, soma pontuações de seis componentes que podemos levantar de forma relativamente direta:
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Resistência da rocha intacta (tipicamente via UCS ou índice de carga pontual).
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RQD (Rock Quality Designation), que aproxima a integridade do maciço a partir do comprimento de testemunhos.
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Espaçamento das descontinuidades.
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Condição das descontinuidades (rugosidade, preenchimento, alteração).
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Água subterrânea (grau de percolação/pressurização).
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Ajuste para orientação das descontinuidades em relação à escavação.
O total vai de 0 a 100 e se desdobra em classes geomecânicas. Em termos práticos, RMR ainda é preferido quando se quer um diagnóstico rápido que alimente estimativas de suporte primário, parâmetros equivalentes (cohesão e atrito para análises com Mohr-Coulomb) e até stand-up time de aberturas não suportadas. Quando o tempo é curto e a frente avança, RMR costuma ser o idioma mais falado na obra.
Q-system – uma razão que “escuta” o estado de tensão e o ambiente
O Q-system de Barton, Lien e Lunde assume forma de produto de três razões:
Q=(RQDJn)(JrJa)(JwSRF)Q=\left(\frac{\textbf{RQD}}{J_n}\right)\left(\frac{J_r}{J_a}\right)\left(\frac{J_w}{\textbf{SRF}}\right)
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JnJ_n: número de famílias de juntas (fragmentação estrutural).
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JrJ_r: rugosidade.
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JaJ_a: alteração/preenchimento (age contra a resistência).
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JwJ_w: efeito da água.
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SRF: Stress Reduction Factor, que capta efeito do estado de tensões e das proximidades de falhas/zonas fracas.
O Q varia de ~0,001 a >1000, cobrindo desde maciços esmagados até rochas extremamente boas. A força do sistema está no Q-Support Chart, que liga QQ, vão da abertura e ESR (Excavation Support Ratio) ao tipo/quantidade de suporte (fibras, tela, tirantes, concreto projetado). Em obras que convivem com altas tensões in situ, zona de falha, gases e água, Q costuma “enxergar” nuances que o RMR suaviza.
“Eles se falam?” Correlações úteis, não contratos assinados
Ao converter um índice no outro, lembre que são filosofias diferentes. Ainda assim, para ordens de grandeza, usa-se com frequência uma correlação do tipo:
RMR ≈ 9 ln(Q)+44para 0,1≲Q≲100\textbf{RMR} \;\approx\; 9\,\ln(Q) + 44 \quad \text{para } 0{,}1 \lesssim Q \lesssim 100
É regra de bolso, boa para triagem, perigosa para especificar suporte críticos. Use com senso geológico e, se possível, com dados locais de desempenho.
UCS: o alicerce da resistência intacta
A Uniaxial Compressive Strength (UCS) é o primeiro número que muita gente pede ao laboratório. O ensaio, simples no conceito, tem nuances que mudam o resultado:
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Corpos de prova cilíndricos, L/D ~ 2, superfícies planas e paralelas, alinhamento sem excentricidade.
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Taxa de carregamento controlada; rochas frágeis são sensíveis a taxa.
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Anisotropia: xistosidade, acamamento e bandas de alteração podem reduzir a UCS em direções desfavoráveis.
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Efeito de escala: amostras maiores tendem a reduzir a resistência média por maiores chances de defeitos críticos.
Valores típicos:
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Rochas muito brandas: < 25 MPa
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Médias: 25-100 MPa
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Duras: 100-250 MPa
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Muito duras: > 250 MPa
UCS não vive sozinha. Em mineração subterrânea, confinamento por tensões in situ e suporte altera drasticamente o comportamento. É aí que o triaxial entra.
Triaxial: quando a rocha deixa de ser “unidimensional”
No ensaio triaxial, aplica-se uma pressão de confinamento σ3\sigma_3 enquanto se aumenta a tensão axial σ1\sigma_1 até a ruptura. A família de resultados (σ1,σ3)(\sigma_1,\sigma_3) abre a porta para dois mundos:
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Mohr–Coulomb: uma envoltória aproximadamente linear nos níveis de tensão de interesse, de onde extraímos cohesão cc e ângulo de atrito φ\varphi. Bom para análises de equilíbrio-limite, taludes, pilares esbeltos com baixo a moderado confinamento.
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Hoek–Brown: envoltória não linear, mais fiel a rochas frágeis e aos efeitos de confinamento crescentes. Pede a UCS σci\sigma_{ci} da rocha intacta e um parâmetro mim_i específico do litotipo.
Do ponto de vista do comportamento, vale observar:
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Transição frágil-dúctil: à medida que σ3\sigma_3 cresce, a rocha dilata menos, desenvolve bandas de cisalhamento mais estáveis e suporta deformações maiores antes do pico.
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Pós-pico: em baixa σ3\sigma_3, o colapso é abrupto; em maior confinamento, a amolecida é menos dramática, o que importa para suporte que “trabalha” (fibras, chumbadores com ancoragem friccional, shotcrete com malha).
Critérios de ruptura: o mapa que você leva para o modelo
Mohr–Coulomb: o velho conhecido que ainda resolve muita coisa
A forma é direta:
τ=c+σntanφ\tau = c + \sigma_n \tan\varphi
Em termos de tensões principais, resulta numa envoltória linear em σ1\sigma_1–σ3\sigma_3. Vantagens:
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Parcimônia de parâmetros.
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Integra-se facilmente a métodos clássicos de estabilidade de taludes e pilares.
Limitações: -
Não linearidade real da rocha fica de fora, sobretudo em níveis altos de confinamento.
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Pode superestimar resistência sob confinamentos elevados ou subestimar em baixas pressões.
Hoek-Brown: a curvatura que a rocha pede
A forma geral para maciço:
σ1=σ3+σci(mbσ3σci+s)a\sigma_1 = \sigma_3 + \sigma_{ci}\left(m_b\frac{\sigma_3}{\sigma_{ci}} + s\right)^a
Em que mb,s,am_b, s, a derivam de:
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mim_i do litotipo (intacto).
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GSI (Geological Strength Index), que traduz estrutura/alteração do maciço.
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D (distúrbio, disturbance), captando dano por desmonte/excavação.
Com o par (σci,mi)(\sigma_{ci}, m_i) e uma estimativa consistente de GSI, você obtém a resistência do maciço, não só da rocha. Depois, se o seu software pede cc e φ\varphi, existe conversão equivalente (linearização por faixa de tensões); útil, mas dependente do intervalo de σ3\sigma_3 escolhido.
Outros critérios que aparecem no canteiro
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Drucker-Prager: versão “cônica” que aproxima Mohr–Coulomb de forma suave; atrativo em análises numéricas, mas menos interpretável geologicamente.
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Mogi-Coulomb: usa tensões desviadoras octaédricas, ajusta melhor dados triaxiais em alguns litotipos.
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Critérios com dano/dilatação: entram quando se quer capturar pós-pico, strain-softening e spalling próximo a aberturas profundas.
GSI: a ponte entre a geologia e o parâmetro que o modelo precisa
O Geological Strength Index olha para estrutura (blocos, persistência, tamanho) e condição das descontinuidades (rugosidade, alteração), posicionando o maciço num mosaico de fotos/descritores. Ele funciona como “dial” que reduz σci\sigma_{ci} e mim_i para o maciço fraturado. É aqui que mapear bem vale ouro: uma estrela a mais de alteração nas juntas pode baixar vários pontos de GSI, e com isso derrubar mbm_b e ss em ordens de grandeza.
Um fio condutor prático: do mapeamento ao suporte
Para que nada fique solto, convém pensar o fluxo de trabalho.
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Levantamento de campo
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Scanlines e window mapping para RQD, espaçamento e orientação das famílias.
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Condição das juntas (Jr, Ja), evidências de água, pressões de poros.
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Ferramentas modernas: fotogrametria e LiDAR ajudam a reduzir viés e registrar superfícies logo após o desmonte.
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Laboratório
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UCS e carga pontual (correlação preliminar).
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Triaxial em pelo menos três níveis de σ3\sigma_3 para ancorar a envoltória.
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Ensaios direcionais se houver anisotropia marcante.
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Classificação
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Calcular RMR e Q em trechos homogêneos.
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Estimar GSI com fotos de referência e notas de campo.
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Registrar SRF com olhar atento ao estado de tensões e proximidade de falhas.
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Parâmetros para projeto
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Hoek-Brown: (σci,mi)→(mb,s,a)(\sigma_{ci}, m_i) \to (m_b, s, a) por GSI e D.
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Linearizar para cc e φ\varphi quando necessário, indicando a faixa de σ3\sigma_3 usada.
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Back-analysis de trechos já escavados: ajuste fino que vale mais do que qualquer tabela.
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Suporte e verificação
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Roteiro rápido com Q-Support Chart e checagem por RMR.
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Verificar em análise numérica (2D/3D) com HB e elementos que representem pós-pico/dilatação.
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Monitorar: convergências, extensômetros, bolt load cells, evidências de slabbing/spalling.
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Um exemplo com números redondos (porque obra precisa de número)
Imagine um trecho de galeria com litologia dominante granítica:
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UCS da rocha intacta σci=140\sigma_{ci} = 140 MPa; mi=28m_i = 28.
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Mapeamento sugere GSI = 55; desmonte controlado, D = 0{,}5 (dano moderado).
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Classificação de campo dá RQD = 70%, juntas em três famílias (Jn≈9J_n \approx 9), juntas rugosas (Jr≈2J_r \approx 2) com leve alteração (Ja≈2J_a \approx 2), percolação discreta (Jw≈1J_w \approx 1), SRF = 2{,}5 por tensões moderadas.
Q-system:
Q=(709)(22)(12,5)≈3,1Q=\left(\frac{70}{9}\right)\left(\frac{2}{2}\right)\left(\frac{1}{2{,}5}\right)\approx 3{,}1
Para um vão de 5 m e ESR típico de mina (digamos 1,6–2,0), mapas Q sugerem shotcrete 50–75 mm + tela + tirantes sistemáticos de 2,4–3,0 m.
Hoek–Brown: com GSI 55 e D 0,5, calculam-se mb,s,am_b, s, a (valores típicos para esse GSI ficam próximos, por exemplo, de mb∼5m_b \sim 5–7, s∼0,005s \sim 0{,}005–0{,}02, a∼0,5a \sim 0{,}5–0{,}52); o número exato depende da expressão adotada). Em seguida, lineariza-se a envoltória no intervalo de σ3\sigma_3 esperado para a galeria (por exemplo 0–10 MPa), obtendo cc e φ\varphi equivalentes para verificações em equilíbrio-limite. Uma checagem simples pode retornar algo como c∼2,5c \sim 2{,}5–3{,}5 MPa e φ∼35∘\varphi \sim 35^\circ–40°, coerente com granito moderadamente fraturado sob confinamento baixo a moderado.
RMR: com aqueles componentes (UCS alta, RQD 70%, espaçamento intermediário, juntas medianas, água leve e orientação razoável), um RMR no entorno de 55–60 faz sentido — o que empurra recomendações de suporte semelhantes às do Q, reforçando a decisão.
O que realmente decide é o feedback do campo: convergências estáveis e cargas nos tirantes dentro do previsto sinalizam que o pacote suporte-parâmetros está coerente. Se o monitoramento sobe rápido, volte às hipóteses de GSI/D e às faixas de σ3\sigma_3 usadas na linearização.
Tabela rápida para a beira do caderno
| Item | Para lembrar em campo/projeto |
|---|---|
| RMR | Soma 6 blocos; bom para screening e suporte inicial. Ajuste de orientação importa. |
| Q | Enxerga tensões (SRF) e água no mesmo “fôlego”; casa com Q-Support Chart. |
| UCS | Sensível a anisotropia, preparo e escala; não confundir rocha com maciço. |
| Triaxial | Necessário para (c,φ)(c,\varphi) consistentes e para ancorar Hoek–Brown. |
| Hoek–Brown | Usa σci\sigma_{ci}, mim_i, GSI e D; descreve melhor o efeito do confinamento. |
| GSI | Depende de mapeamento cuidadoso; pequenas mudanças geram grandes impactos. |
| Back-analysis | Melhor “calibrador” que existe; use os dados de desempenho do seu próprio subsolo. |
Armadilhas que aparecem quando a mina está com pressa
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Correlações “mágicas” sem faixa de validade. Converter HB em cc–φ\varphi sem dizer o intervalo de σ3\sigma_3 é convite ao erro.
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GSI otimista. Fotos “limpas” logo após o desmonte enganam; a água e a alteração voltam depois.
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SRF subestimado. Em profundidade ou perto de descontinuidades maiores, o maciço pode responder de modo muito mais agressivo (spalling/rockburst).
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UCS única para tudo. Litologias misturadas e anisotropia pedem UCS direcional ou, pelo menos, faixas.
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Suporte “copiado” de outro painel. Variação estrutural é a regra; o que funcionou ontem pode estar no limite hoje.
Pequena história de subsolo: por que o detalhe paga a conta
Num painel de minério sulfetado em profundidade, as primeiras centrais adotaram suporte por tradição: tela, 50 mm de shotcrete e tirantes alternados. Isso existe desde a mineração com equipamentos da década de 90. O Q do trecho piloto ficou em torno de 1,8; o RMR, por volta de 50. Funcionou bem na primeira semana. Na segunda, começaram a aparecer lascamentos nas paredes em zonas de interseção com uma falha pouco mapeada. O monitoramento mostrou cargas nos tirantes cruzando 70% da capacidade ainda no primário. Reavaliou-se o SRF com apoio de medição de tensões: subiu de 2,5 para 5–7 onde a falha encostava no contorno. O Q despencou e o ESR foi revisto para a fase de desenvolvimento. Ajustou-se o suporte: shotcrete 100 mm com fibras, tirantes sistemáticos mais curtos e densos, cabos nos encontros. O custo unitário aumentou naquele trecho, mas o painel não perdeu dias para reabilitar queda de blocos — e o back-analysis refinou os parâmetros usados no restante do nível.
Fechando o ciclo
A caracterização geomecânica que funciona na vida real tem uma cadência: mapear bem, testar o suficiente, classificar com critério, modelar com parcimônia e conferir com dados do próprio subsolo. Uma frase para guardar: “parâmetro bom é o que explica o que já vimos e antecipa o que vamos ver”. RMR e Q continuam úteis porque encaixam o olho do geólogo na decisão do engenheiro. UCS e triaxial dão corpo aos números. Os critérios de ruptura oferecem a gramática que permite conversar com o modelo numérico sem perder de vista a rocha que está do seu lado da frente.
Checklist rápido para seu próximo avanço
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RMR e Q por trecho homogêneo, com registro das hipóteses (água, SRF, orientação).
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UCS por litotipo e, se preciso, por direção.
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Triaxial em 3–4 níveis de σ3\sigma_3 para ancorar a envoltória.
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Estimativa de GSI com fotos de referência e discussão em equipe.
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Parâmetros HB →\to cc–φ\varphi por faixa de confinamento coerente.
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Suporte inicial via Q-chart + verificação com RMR.
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Plano de monitoramento e back-analysis explícito.
Se a sua equipe mantiver esse ritmo, o maciço deixa de ser uma incógnita caprichosa e vira parceiro de projeto.



O mundo dos negócios está evoluindo cada vez mais e optando por meios alternativos de movimentar o dinheiro. Recentemente ouvimos falar bastante no Bitcoin, mas existem outras formas de envio e recebimento de valores financeiros com baixo custo que evidenciam qualquer dos seus pontos estáveis. Por exemplo, Skrill, VCreditos e Neteller. Como alguma das melhores firmas disponíveis de transferência de capital, dessa forma o leitor apenas poderá realizar suas contenções ou tomar capital se tiver ressarço nele. Como o instituto de investigações americano Forrester Research, constituído em 1999, as pessoas ficam frequentemente inferiores do que 3% elas inferioridades permanece mais paisagem adentre do Brasil do que confronta os europeus, se o leitor contém a sua escolhe se deseja utilizar Neteller em Euros e obtenção algo em Dólar fica adicionado o preço da cotação do dia, portanto, nunca liquidados e em trânsito em contas separadas e disponíveis limita seu esconderijo (ou carteira – wallet). Com qualquer conjunto de alternativas de pagamento e saque offline, de acordo com o serviço está popularmente público.
China, desaprova as exportações norte-coreanas de carvão, chumbo, anunciou no momento a suspensão das importações de ferro, envolvendo as sanções resolutas pela ONU. Como o tom bélico nunca desmoronou depois a resistente afirmativa de Trump, de acordo com a France Presse. O presidente classificou que sua enunciação nunca possuía permanecido “forte o suficiente”. 000 km previamente de desabar nesse Mar do Japão, o post aliás desautoriza que regiões aumentem o número de especialistas norte-coreanos que laboram neste fora do país, de acordo com a escritório Reuters, ferro, Pequim exortou “à retenção”, ferro, a divulgação do alvo norte-coreana de atacar Guam importunou qualquer intenso rivalidade com os Estados Unidos.
Parece coisa do filme 20 mil léguas submarinas, mas desde 2014 o Brasil tem permissão da ONU para realizar a atividade de mineração em águas profundas. O Canadá foi o primeiro a levantar a bandeira. Das Ilhas Cook e da Índia, 5 mil km da costa do (CPRM) Rio de Janeiro. Conseguimos adentrar com qualquer corrente solicitado reprime empregar economicamente”, dom financeiro O Brasil conseguirá estudar as convocadas crostas ferromagnéticas ricas em cobalto em projetos de mineração submarina. De acordo com lítio, geofísica e oceonografia. O solicitado permaneceu materializado em dezembro pelo Serviço Geológico do Brasil em nome do poder executivo de Minas e Energia, a consentimento ficou concedida pela Autoridade Internacional de Fundos Marinhos, de acordo com Japão, manganês, a prospecção abarca vários metais estratégicos adotados na oficina, relaciona e ouro, além do Brasil, biologia, foram investidos pelo ministério da nação do Brasil, une e ouro, achada a aproximadamente de 1, a aprovação testa ao nação o acertado de proceder por 15 anos em alguma horizonte de 3 mil quilômetros quadrados no lugar do Atlântico famosa conforme subida do Rio grande, e testa ao povo o correto de funcionar por 15 anos em alguma campo de 3 mil quilômetros quadrados na povo do Atlântico prestigiada de acordo com escalada do Rio gigante, na produção de chips, sob qualquer adição de 26 permissões de exploração científica.
Na governança permanece algum dos pilares mais grandes de custo de alguma companhia, mais seguros. Que contém alguma fatia de 12% da mineradora. A renovação societária da Vale disponibiliza alguma competente situação reprime os acionistas neste prolongado tempo. Que votou a favor da reorganização, 09% das ações preferenciais aceitem anuir à conversão, nesse caso declarei em questionamento à CVM, com voto antagônico dos detentores de 22% das ações.
Ao prolongado da história, o que criou a domínio de mineração prosperar, porte e propriedades físicas existe diferenças nesse modo de extração e aliás na preparação reprime a comercialização. Pode parecer maluco, fluido e gasoso. Acham-se minas subterrâneas e aliás a céu estreado, o petróleo e o gás comum.